Amorim e Belmiro no <i>top</i> dos mais ricos
A lista das maiores fortunas do planeta, elaborada anualmente pela revista Forbes, indica-nos que o número de milionários aumentou de 793 na classificação de 2009, para 1011 este ano, distribuídos por 55 países.
No topo estão os Estados Unidos com 403 colossais fortunas, superiores a mil milhões de dólares, seguidos pela China (64) e pela Rússia (62), que é também o país da Europa com mais ricalhaços.
Individualmente a lista é encabeçada pelo mexicano Carlos Sim (53,5 mil milhões de dólares), que destronou Bil Gates por uma diferença negligenciável de 500 milhões de dólares.
Na Europa, o homem mais rico é o francês Bernard Arnault (27,5 mil milhões de dólares), proprietário das marcas Louis Vuitton e Moet & Chandon, entre outros.
Por cá, as maiores fortunas continuam nas mãos do empresário da cortiça Américo Amorim (212.º lugar na lista com 4 mil milhões de dólares) e de Belmiro de Azevedo (655.º lugar com 1,5 mil milhões de dólares).
Alguns observadores explicam que este crescimento das grandes fortunas em pleno período de crise, e após o recente cataclismo dos mercados financeiros, se deve em grande parte às injecções maciças de capital por parte dos estados. E embora o capital se tenha salvo, isso não indica que as economias estejam a sair da crise.
No topo estão os Estados Unidos com 403 colossais fortunas, superiores a mil milhões de dólares, seguidos pela China (64) e pela Rússia (62), que é também o país da Europa com mais ricalhaços.
Individualmente a lista é encabeçada pelo mexicano Carlos Sim (53,5 mil milhões de dólares), que destronou Bil Gates por uma diferença negligenciável de 500 milhões de dólares.
Na Europa, o homem mais rico é o francês Bernard Arnault (27,5 mil milhões de dólares), proprietário das marcas Louis Vuitton e Moet & Chandon, entre outros.
Por cá, as maiores fortunas continuam nas mãos do empresário da cortiça Américo Amorim (212.º lugar na lista com 4 mil milhões de dólares) e de Belmiro de Azevedo (655.º lugar com 1,5 mil milhões de dólares).
Alguns observadores explicam que este crescimento das grandes fortunas em pleno período de crise, e após o recente cataclismo dos mercados financeiros, se deve em grande parte às injecções maciças de capital por parte dos estados. E embora o capital se tenha salvo, isso não indica que as economias estejam a sair da crise.